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Maquiagem para noivas
Já contei para vocês que maquiagem é item primordial na minha vida?! Que prefiro usar roupa velha a sair sem rímel?!
Verdades e exageros à parte, minha família diz que de todas as quatro irmãs eu sou a mais “encutida” com a “pintura”. Tanto que meu marido cronometra o tempo de saída de casa para os passeios em “antes ou depois de você se pintar”.
Adoro a sensação desse tempo de cuidado. De minutos onde me concentro para ir trabalhar escolhendo cores e maneiras de estar mais bonita e privilegiar assim quem me contratou para um dia de trabalho.
Pensando nisso, quero apresentar (a quem não conhece!) a Vanessa Rozan. Acho essa mulher o máximo! Digam o que quiserem. Ela é do tipo “menos é mais” , sem pestanejar, sem fazer feio, sem perder a elegância simples e que a faz uma das mulheres mais requintadas que conheço (ela perde, tudo bem, para Júlia Petit e para minha querida Fernanda Minosso – que sabe disso!)… Pensei muito nesse quesito antes do meu casamento porque eu e minha pele temos uma “encrenca brava” há muitos anos. Mas fiz minha escolha e fui muito, muito, muito feliz com ela.
Por isso, achei este post no blog da Constance Zahn, onde a Vanessa fala sobre maquiagem para noivas. Item fundamental meninas!! Fundamental!
Espero que gostem!
http://www.constancezahn.com/page/4/
Para saber mais sobre Vanessa Rozan, acessem: www.liceudemaquiagem.com.br .
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Nós fomos assim…
Nossas meninas já devem conhecer a blogueira Cris Guerra, que além de ter uma história linda é hiper talentosa ao compor looks que a acompanham do trabalho às noites deliciosas da capital mineira.
Quem acompanha meu blog (e sofre pela demora nas atualizações
já viu algo escrito por aqui a respeito dela.
Então, em homenagem a temporada maravilhosa que passamos em Belo Horizonte, que de tão proveitosa pareceu ser muito, muito mais longa que a verdade, segue uma foto nossa com a famosa, simples, bem humorada e possível Cris Guerra.
Essa foto foi postada aqui também para celebrar uma incrível vontade da minha irmã Li, que a admira demais por ser uma grande redatora e por não ter se curvado diante das “peças que a vida nos prega”. Ao contrário disso, ela fez da tristeza e da perda um renascimento e uma grande vitória.
Li, que bom realizar esse “sonho bobo” , que de bobo não tem nada, né?! Sonhar é e sempre será muito importante para gente!
E que bom saber que estas pessoas das quais somos “fãs” são além de tudo, seres humanos maravilhosos!!!
P.S.: Para quem quer saber mais: www.hojevouassim.blogspot.com . Não deixe de visitar também o blog ” Para Francisco” , feito para o filhinho dela e que já virou livro e em breve, será filme!
Um beijo.
Fotojornalismo. Para quê?!
Quando fotografamos nosso primeiro casamento em Cuiabá, há exatos 7 anos, fomos instantaneamente definidos como “fojornalistas”. Um termo que sempre nos deixou orgulhosos, mas também cheios de responsabilidade. Isso porque ser um fotógrafo que retrata a vida e as coisas dessa forma nos faz precisar estar munidos de muito além que um bom equipamento e sorte: precisamos estar munidos de emoções. Digo isso porque registrar jornalisticamente um evento para mim, é não interferir na sua realização. E isso é muito profundo porque como alguém pode estar presente num lugar a tal ponto e com tamanha presença de espírito a ponto de “não ser visto” e “não interferir”… só guardar?! Percebi que os fotojornalistas pedem (consciente ou inconsientemente) permissão para “invadir” um pequeno mundo ou situação. De tal forma que mesmo sendo uma cena de conflito, tragédia, ou alegrias profundas aquela pessoa com a câmera na mão seja tão bem vinda que muitas vezes chega a ser invisível. Algo muito difícil, concluí devagar… E quem faz esse tipo de trabalho, você pode perguntar?! Os fotógrafos de jornais, os apaixonados por natureza e que convivem com ela sem interferir no curso natural das coisas, os fotógrafos de guerra – apaixonados ou não esse é um campo delicado e de um profundo papel no que conhecemos da nossa história. Afinal, quem mais contaria tudo isso para gente?! Mas também, possivelmente aproveitado quer seja num registro de casamento, de nascimento, de aniversário…
Depois de anos me questionando sobre como nos encaixaríamos neste termo, percebi afinal que eu gostaria de carregar comigo a possíbilidade de não me definir… De deixar que o cliente definisse nosso trabalho por nós… E isso tem acontecido devagar.
Me alegro ao ouvir que nossas fotos guardam as emoções. Me alegro ao ouvir que elas guardam a verdade. E de todo coração, me alegra saber que este será o maior presente para as futuras gerações, afinal, o que fica é o registro, e a forma como o fotógrafo viu tudo isso… A delicadeza deste olho e a forma como “ele” quis contar isso para o mundo.
Recentemente ouvi muito a respeito deste tema e, e estudá-lo é sempre fascinante. Por isso, e para esclarecer as dúvidas de muitos clientes que querem saber o que realmente significa fotojornalismo, esclareço que talvez o que mais nos atraia no trabalho de um ou outro profissional é a maneira que ele escolhe representar o mundo e “apresentá-lo” para nós. E isso, é pessoal e ouso dizer ainda, “intrasferível” – cada um encontrou sua forma.
O VALOR (= importância) envolvido nessa eternização, nesse olhar apurado, delicado e totalmente dedicado ao “seu grande” dia é único e portanto, deve ser escolhido com cuidado e conhecimento de causa. E para isso, ajuda se você se perguntar sob que lente, que ângulo e que sensibilidade você gostaria de ter contada a sua história.
Um beijo.
Memórias de infância
Queridos, compartilho com vocês a realização de um sonho de alguém realmente importante para mim.
Há poucos dias foi aberto um pequeno depósito que reúne vários desejos de uma vida toda: o de voltar para casa, o de fazer o que se ama, o de proporcionar alegria, aconchego e bem estar no lugar mais importante para gente que é o nosso lar.
Acredito que não estejam entendendo nada e por isso, quero esclarecer. Cresci no ambiente mais rico e feliz que se pode desejar. Numa fazenda centenária que pertenceu aos meus bisavós… Nela nenhum traço de objetos de valor a serem herdados. A maior preciosidade que tivemos foi perceber o quanto é boa uma comida caseira e feita no fogão à lenha, o quanto é bom ver cores, animais, água abundante e a gente convivendo em harmonia com isso tudo. Minha infância tem cheiro de manga rosa, gosto de doce de leite feito em casa e o frescor de uma cachoeira de água cristalina no quintal de casa. Por isso gosto tanto dos “pratos esmaltados, de andar descalça, de móveis de madeira, de flores na mesa, de espaço…
Nessa pequena casa que descrevi cresceram quatro mulheres e que hoje se tornaram 8 (acreditem, os únicos meninos em casa são os genros e meu pai!) e uma delas quis reviver as sensações que tivemos nesse mundo perfeito para nós.
A “Candeia Móveis Rústicos e Afins” é o primeiro passo para resgatarmos isso de novo. Minha irmã voltou de SP, depois de longos 20 anos trabalhando numa grande multinacional. O desejo por qualidade de vida e por simplicidade a trouxe de volta, e quis dividir com vocês o que ela e meu cunhado construíram juntos. É pequena ainda, mas cheia de amor, de vontade e de tantos outros sonhos que eles alimentam. Os móveis são politicamente corretos além de tudo. São de maneira de demolição e vindos de Belo Horizonte, terra dos nossos avós. Aqui, um pouquinho e um convite para que conheçam… Além de vender, muitos móveis estão disponíveis para locação e em breve, muitas outras peças novas no show room. O site: www.candeiamoveis.com.br .










